goiania, 14 de março de 2011
nas três primeiras semanas do curso de mestrado em crítica literária lemos muito a respeito de hegel e sua filosofia da arte com relação ao belo artístico...
agora é hora de kant e suas três críticas...
na aula de hoje à noite, somente a leitura sobre a crítica da faculdade do juízo do filósofo alemão emmanuel kant...
uma coisa nós sabemos: não dá pra escapar, ora é hegel, ora é kant...
prof. robson veiga
"se puderes fazer o mestrado, faça; caso seja em literatura, melhor ainda; se fores na puc go, excelente... comecei hoje o curso de mestrado em crítica literária na puc go... não há coisa melhor... um recomeçar... um desafio..." prof. robson luiz veiga
robson veiga
mestrando em crítica literária puc go
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segunda-feira, 14 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
amanhecendo com o sol em brasília
goiania, 7 de março de 2011
madruguei em brasília, especificamente no aeroporto internacional, e de cara, um belo susto... como passar a madrugada num aeroporto cuja livraria se encontra fechada? não dá pra explicar... pois bem, o jeito foi ver o sol nascer lendo que já estava em minha mala... que tal, hegel? mas este eu já li! que tal genette? este ficou pra eu ler em casa! então, o jeito foi curtir o sereno gostoso da capital de brasília, amanhecendo com o sol, e quase sozinho no aeroporto, afinal, era segunda de carnaval...
este é marcus simeone... meu bebê!
prof. robson veiga
deu até pra relembrar os bons momentos que passei aqui com minha família nas férias de julho do ano passado...
terça-feira, 1 de março de 2011
ilíada... hegel... éris...
goiania, 1 de março de 2011
novamente, hegel, em mais uma belíssima aula do prof. éris...
desta feita, análise do texto - fatores transfiguracionais clássicos, na ilíada, de homero - extraído do livro pesquisa em linguagem 1, editado pela puc go
"a ilíada é a expressão máxima da beleza grega" prof. éris
novamente, hegel, em mais uma belíssima aula do prof. éris...
desta feita, análise do texto - fatores transfiguracionais clássicos, na ilíada, de homero - extraído do livro pesquisa em linguagem 1, editado pela puc go
"a obra artística deve oferecer uma imagem total de uma cultura" hegel
dicas de leitura
"a arte é expressão do desejo, e não da realidade" prof. éris
prof. robson veiga
mestrando puc go 2011
literatura e crítica literária
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
que tal hegel, só pra variar...
goiania, 25 de fevereiro de 2011
o curso de mestrado não dá tréguas, ainda mais quando o mestrado é referente à literatura e crítica literária...
pois, bem! continuo com as proposições de hegel, de acordo os textos do nosso brilhante professor éris, doutor em teoria literária, e especialista em hegel e a filosofia da arte...
o primeiro texto, "o inconsciente e a consciência como fatores da revelação artística em édipo rei", em que hegel postula sobre a universalidade artítica na obra acima citada "cuja modalidade ficcional propicia deleite ao leitor pela representação de uma realidade dolorosa", prof. éris.
o segundo texto, "fatores transfiguracionais clássicos na ilíada", em que o prof. éris expõe novamente as considerações do filósofo alemão, cuja arte deve "oferecer-nos uma imagem total de uma cultura ou mesmo uma representação adequada da espiritualidade humana".
deixo como dica de sonoridade o cd ao vivo de tomchris... música de qualidade, sonora e poética, vale a pena curtir e ser levado ao deleite...
o curso de mestrado não dá tréguas, ainda mais quando o mestrado é referente à literatura e crítica literária...
pois, bem! continuo com as proposições de hegel, de acordo os textos do nosso brilhante professor éris, doutor em teoria literária, e especialista em hegel e a filosofia da arte...
passei o dia lendo e relendo dois textos do livro pesquisa em linguagem 1, editado pela editora da puc goiania...
o primeiro texto, "o inconsciente e a consciência como fatores da revelação artística em édipo rei", em que hegel postula sobre a universalidade artítica na obra acima citada "cuja modalidade ficcional propicia deleite ao leitor pela representação de uma realidade dolorosa", prof. éris.
"ninguém se considere feliz, se ainda não andou o caminho da vida, sem ter sofrido" sófocles
o segundo texto, "fatores transfiguracionais clássicos na ilíada", em que o prof. éris expõe novamente as considerações do filósofo alemão, cuja arte deve "oferecer-nos uma imagem total de uma cultura ou mesmo uma representação adequada da espiritualidade humana".
entre idas e vindas com as postulações de hegel sobre o objeto artístico, a sonoridade de uma boa música, e de uma boa música goiania, né! poxa, não sei como o povo aguenta e reaguenta ouvir tanto sertanejo universitário, é educar mal a sensibilidade humana...
deixo como dica de sonoridade o cd ao vivo de tomchris... música de qualidade, sonora e poética, vale a pena curtir e ser levado ao deleite...
enquanto isso, o frio toma conta de goiania...
prof. robson veiga
mestrando puc go 2011
literatura e crítica literária
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
começando a terceira semana...
goiania, 22 de fevereiro de 2011
nesta segunda aula sobre hegel, após à leitura na estrada, alguns conceitos ficaram mais claro, como "a arte como ação reveladora", que nos leva ao deleite, ao agrado... aí a gente relembra variadas leituras que sentimos o prazer ao ler, como quem saboreia deliciosamente o melhor prato realizado pela ação do homem... "a obra artística é resultante da atividade humana e se dirige a nossos sentidos, por isso, em certa medida, ela nos propicia um especial deleite" ...
"o quadro não é a tela nem as tintas, mas a ilusão que o artista infunde nele" langer
profº. robson veiga
mestrando puc go 2011
em nossa frente, o profº. éris, e com ele, o livro pesquisa em linguagem 2, salientando o seu próprio texto - a beleza artística como expressão da verdade - cuja temática fora o conceito do belo artístico nas obras de arte, seja na literatura, nas escultura, na pintura, na música, no teatro, no cinema, na dança...
nesta segunda aula sobre hegel, após à leitura na estrada, alguns conceitos ficaram mais claro, como "a arte como ação reveladora", que nos leva ao deleite, ao agrado... aí a gente relembra variadas leituras que sentimos o prazer ao ler, como quem saboreia deliciosamente o melhor prato realizado pela ação do homem... "a obra artística é resultante da atividade humana e se dirige a nossos sentidos, por isso, em certa medida, ela nos propicia um especial deleite" ...
"o quadro não é a tela nem as tintas, mas a ilusão que o artista infunde nele" langer
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| portinari |
profº. robson veiga
mestrando puc go 2011
um olho na estrada, outro no livro...
na estrada, 19 de fevereiro de 2011
lendo hegel e suas proposições sobre o belo artístico, uma frase tirada do livro do profº. éris me chamou muito atenção:
lendo hegel e suas proposições sobre o belo artístico, uma frase tirada do livro do profº. éris me chamou muito atenção:
"a apreciação artística exige um espírito bem formado, que esteja acima das frivolidades do cotidiano"
em se tratando da arte literária - do belo artístico - ao ler um bom livro, chegamos até a respirar o cheiro de cada personagem; sentir as batidas nervosas do coração ao chegar no clímax da narrativa; conversar com o narrador, ou com o próprio personagem; entrar em mundos, ora desconhecido, de outrora, num tempo e espaço longíquo ao nosso...
ao ler um bom livro, somos tomados em êxtase por completo - perdemo a noção do tempo, a vontade de comer, de beber, de amar... cada página nos empurra à outra, e assim por diante, e por muitas vezes, ao final do livro, pedimos para que a história continue, e vivemos com ela ainda por bastante tempo...
aí eu fico pensando nas boas narrativas que já li...
o poderoso chefão, a sombra do vento, vidas secas, dom casmurro, o leitor, se eu fechar os olhos agora, a menina que roubava livros, quando nietzsche chorou, cem anos de solidão, e outros e outros e outros...
aí eu fico imaginando... se há um mundo tão vasto nas bibliotecas, cheias de personagens e situações que podemos vivenciar, por que não vivê-las, se podemos...
profº. robson veiga
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
à procura do belo
"A fé em Deus nos faz crer no incrível, ver o invisível e realizar o impossível."
goiânia, 15 de fevereiro de 2011
após a aula matinal do prof. éris oliveira, cujo tema foi o "belo" na obra de arte, saí correndo a pegar o caminho de casa, afinal, são vinte e quatro horas pra chegar em casa...
no ônibus, cortando estradas, vales e montanhas, não pode haver perda de tempo, então, o jeito foi ler a matéria da próxima aula do prof. éris "a beleza artística como expressão da verdade", uma síntese comentada sobre as ideias de hegel, expostas em sua obra, cursos de estética...
a cada balanço do carro uma reflexão sobre a obra literária, sobre a arte, sobre o belo...
entre variados conceitos, um ficou presente em minhas leituras de viajante "a arte harmoniza o homem com o mundo", quem dera se todos os homens pudessem se deleitar, sentir a beleza presente na arte, através da audição de uma boa música, da leitura de um bom livro, na beleza de um bom filme... porém, os caprichos dos deuses ficaram a poucos a beber o doce e suave vinho da expressão artística...
livro: pesquisa em linguagem 2
enquanto isso, após ler e reler os conceitos de hegel através da sintese do nosso prof. éris, o ônibus se contorce todo no meio do asfato ao olhar da lua que nos acompanha de longe... isso é belo...
enquanto isso, ouço o belo no headfone... djavan, numa versão de chaplin...
Sorri
Quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos, vazios
Sorri
Quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri
Quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados, doridos
Sorri
Vai mentindo a tua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz
enquanto isso, ouço o belo no headfone... djavan, numa versão de chaplin...
Sorri
Quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos, vazios
Sorri
Quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri
Quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados, doridos
Sorri
Vai mentindo a tua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz
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